O Cinema Mágico de Georges Méliès
Quando pensamos em cinema associamos sua invenção aos irmãos Lumières, mas a transformação do cinema em arte e em espetáculo é mérito de Georges Méliès. A história de Méliès com a sétima arte começa no dia 28 de dezembro de 1895 quando ele assistiu a primeira projeção pública do cinematógrafo inventado pelos irmãos Lumières, no Grand Café do boulevard des Capucines, em Paris. Méliès, reconhecido na França como mágico ilusionista, viu nessa invenção uma boa maneira de mostrar sua arte. Entusiasmado, ele propõe aos Lumières a compra da máquina. A proposta é recusada. Então Méliès vai até à Inglaterra para realizar o seu objetivo.
Ao retornar à França com sua câmera, ele roda seu primeiro filme (Une partie de cartes,em 1896). O único cenário de que dispunha era o jardim de uma casa em Montreuil, herança familiar, que se torna assim o primeiro estúdio de cinema do mundo. O roteiro era simples: Méliès colocou um dos amigos presentes atrás de seu aparelho e os demais em torno de uma mesa. Então, convidou os amigos para jogar uma partida de cartas, pedindo aos mesmos que agissem como na vida real, evitando especialmente olhar para a câmera. A partir desse dia, Méliès não parou mais de filmar.
Depois de filmar cenas da vida cotidiana, Méliès abriu as portas de um domínio inexplorado: o sonho, a fantasia, a poesia. Um dos maiores feitos de Méliès foi o de revolucionar a linguagem cinematográfica utilizando truques de edição que o permitiam não somente gravar a realidade, mas de transformá-la em espetáculo (na época do filme preto – e – branco, Méliès coloria alguns dos seus filmes à mão!).
A Caixa Cultural, no Rio de Janeiro, apresenta, de 15 a 21 de agosto de 2011, a mostra com uma retrospectiva cinematográfica dos trabalhos de Georges Meliès. Serão exibidos filmes produzidos entre 1894 e 1913, dentre eles Viagem à Lua (1902), e ainda duas sessões especiais, com exibição de filmes em película, com acompanhamento de música ao vivo. Para os mais cinéfilos, fica ainda a sugestão: http://www.cinefrance.com.br/




C’est la mort qui offrit une occasion de plus au poète, d’être au centre de tous les regards. Ou, plus exactement, pour la foule parisienne, Hugo ne fut pas le centre mais plutôt l’homme penché à la fenêtre.
l’une des fenêtres de sa maison. La foule se découvrait et, au milieu d’un silence respectueux, Victor Hugo prononça quelques paroles émues, puis le flot humain s’écoula lentement en acclamant de plus belle son poète vénéré » (Mme R. Lesclide).
Dans l’après-midi du vendredi 22, Victorien Sardou sortit de la maison pour annoncer la fatale nouvelle. En quelques heures, Paris commença à changer d’aspect. On vit apparaître aux fenêtres des drapeaux tricolores portant un ruban de crêpe. Le samedi 23, dix-sept journaux parisiens parurent avec un cadre noir à la première page. Les jours suivants, la presse illustrée se remplit de dessins représentant la maison de Hugo, sa chambre mortuaire, la foule qui patientait dans la rue…
Chambre et du Sénat -ce qui ne présenta guère de difficultés. « C’est tout un peuple qui conduira ses funérailles » (Journal officiel) Comme il était prévisible, l’opposition fut bruyante mais peu nombreuse. La loi fut adoptée à la quasi-unanimité et c’est alors qu’ Anatole de La Forge avança une proposition qui fit l’effet d’une bombe : désacraliser le Panthéon et y déposer la dépouille mortelle de Hugo.
Ayant décidé de faire de l’Arc de Triomphe une sorte de « chapelle ardente » où le corps serait exposé un jour et une nuit pour permettre au plus grand nombre de venir s’y recueillir, le comité adopta un projet de décoration raffiné suggéré par Charles Garnier, l’architecte de l’Opéra.
mort, on peut bien dire que le ciel s’est couvert. On a posé son cercueil sous l’Arc de Triomphe, à Paris, et toute la nuit on l’a veillé. J’étais là et j’ai prié à ma façon, moi qui ne prie pas. C’est comme cela qu’on doit honorer les grands hommes. »
C’est à 10 heures 30 du matin que la cérémonie des funérailles fut officiellement ouverte par vingt et une salves tirées de l’hôtel des Invalides qui se poursuivent tout au long de la cérémonie. Après les salves vint le tour des mots.






















Écrire pour le web est un exercice à la fois rigoureux et créatif. Rigoureux parce que l’écriture demande le respect d’un certain nombre de règles dont on ne peut faire l’économie. Créatif car il demande un retour sur soi et une certaine forme d’introspection intellectuelle.






















bravo telma ! je trouve que l’on oublie trop souvent la dimension historique du septième art…
Cher Yann,
Tu as raison. Pourtant,pendant notre stage, et plus précisément dans le module cinéma,cette dimension tenait toujous sa place. Abraços!
Adorei o « filme »! Quero ver essa exposição…
Trés bon articles, ça aide à parfaire ma culture générale sur le cinéma !
[...] Não entraremos em detalhes para não estragar a surpresa causada por uma grande virada no enredo, mas pode-se dizer que o autômato de Hugo, que aparenta ser o centro da história é, na verdade, apenas a chave para uma (quase que totalmente) nova história, que envolve uma menina, a história do cinema e Georges Méliès. Caso você não saiba quem é este último, há mais informações aqui. [...]
George Méliés para mim é uma grande inspiração aquele homem acreditava no que fazia e fazia o que acreditava le tinhas sonhos que por uma guerra foram frustados mais mesmo frustado George Méliés é lembrado como o pai do cinema ele pode ser lembrado no meu ponto de vista um grande homem que quiz e acreditou no seus sonho